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Radar da Descomoditização
10 de julho de 2026  ·  1 case, 4 menções
Case do dia
A marca mais forte do Brasil não vende seguro. Vende vida inteira.

A Porto acaba de ser nomeada a marca mais forte do Brasil e da América Latina. BSI 96,93 pontos. Classificação AAA+. Máximo da escala Brand Finance. Com crescimento de 7,4% em relação ao ano anterior. (Brand Finance, julho 2026)

Isso não é prêmio de marketing. É o registro de que algo estrutural aconteceu nesta empresa.

E o superintendente de marketing Oliver Haider resume em uma frase o que esse registro significa: “O cliente se reconhece como cliente Porto independentemente se contratou o seguro.”

Leia de novo.

O cliente não pensa no produto que contratou. Pensa na Porto.

Isso não é campanha de marca. Não é pesquisa de satisfação. É o resultado de 80 anos construindo um sistema que o concorrente bem capitalizado não consegue replicar em 12 meses.

Porto Seguro. Porto Saúde. Porto Bank.
Teatro Porto. São João de Campina Grande.

Pertencimento não tem planilha de cotação.

Não é diversificação de portfólio. É um sistema de presença que faz o cliente se reconhecer antes de se lembrar do produto.

A diferença que muda tudo: quando o cliente da Porto decide “trocar de seguradora”, não está trocando de apólice. Está abrindo mão do plano de saúde, do banco, da assistência técnica, do ingresso para o show. O custo de troca é total.

As seguradoras que competem em franquia e prêmio têm acesso aos mesmos atuários, aos mesmos sistemas de risco, aos mesmos canais. O que a Porto construiu não está no produto. Está no pertencimento.

Melhor apólice do mês
Pertenco. Não comparo.

O que isso tem a ver com você

A Porto é um case de seguradora. Mas o sistema que ela construiu não é exclusivo de seguro.

Troque Porto por qualquer negócio onde o cliente esquece o produto e lembra do nome:

O escritório de advocacia onde o cliente diz “o meu advogado” sem lembrar o nome do escritório.

A cooperativa que o produtor cita quando fala de quem ele é, não só de onde vende.

O consultor que o cliente liga quando precisa pensar, não quando precisa cotar.

Em todos os casos, a diferença não é o serviço. É o que o cliente pensa quando pensa em você.

 
No radar · 4 menções

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Porto construiu esse sistema em 80 anos. O seu cliente pensa em produto ou em você?
Mauricio Schneider
Maurício Schneider
linkedin.com/in/mauricioschneider  ·  @mauricionoagro
 
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